segunda-feira, 3 de setembro de 2007

não seja sardinha!!!!

corpo enquanto cidade do ser
a cidade como coletivização do corpo

O ser coletivizado na cena urbana transpassa indivíduos e constrói material e imaterialmente uma realidade caótica-babilônica. Em suas veias asfálticas-pulsantes com transeuntes apáticos, o cotidiano se repete sem reflexão... A mesmice acéfala permeia as vidas na cidade.

Aceitam sem reclamar uma realidade canibal
que mantem piramidal a selvageria capital

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